Top 10: Jogos que não deveriam existir! (pt3)

11 06 2009

Chegando à terceira parte da lista, que conta com surpresas, jogos desconhecidos e uma das maiores pérolas da história do Homem, é com grande prazer que anunciamos a penúltima parte desse Top 10.

Se quando falamos de Rocketeer e Shaq Fu pudemos revisitar os dias de sofrimento juvenil com um controle de SNES na mão, hoje falamos de alguns jogos que nos fazem rir, seja da falta de qualidade, da cara de pau dos desenvolvedores ou simplesmente pelo fato de que alguém aí fora foi ludibriado e gastou dinheiro com esses entulhos. Esperamos que vocês se divirtam com nossos quarto, terceiro e segundo colocados tanto quanto nós nos divertimos hoje escrevendo sobre eles.

4 – Shadow: War of Succession (3DO)

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Alguns jogos entraram nessa lista simplesmente porque eram impossíveis e não ofereciam NADA ao jogador a não ser stress, úlceras e, possivelmente, câncer. Outros entraram simplesmente por ser terrivelmente mal feitos, programados nas coxas, sem o menor cuidado. Outros, como Shadow: War of Succession, simplesmente por serem o maior saco de LOL do planeta.

Em 1992 um jogo revolucionou o mercado dos jogos de luta que, até então, era dominado exclusivamente por Street Fighter 2. Mesclando a jogabilidade do clássico da Capcom com personagens digitalizados, primeiramente vistos em Pit Fighter, Mortal Kombat chevaga aos fliperamas e causava frenesi entre a molecada e repúdio entre os pais, que não gostavam da idéia de seus filhos arrancando e tendo sua espinha dorsal arrancada sem anestesia ao módico preço de uma ficha de fliperama. Com uma boa dose de violência, sangue, personagens que você não gostaria de ter como vizinhos e jogabilidade bem balanceada, Mortal Kombat fez mais do que escrever uma palavra errada na história dos jogos, ele criou possibilidades, mostrou que nem todos os personagens precisavam de Shoryukens, cabeleiras loiras ao vento ou histórias nobres por trás para caírem no gosto dos fãs, pelo contrário, Sub Zero, Baraka, Scorpion, Liu Kang, o ‘cheesy’ Johnny Cage e companhia entraram para a história por serem inescrupulosos.

Não demorou nada para acontecer com MK o que aconteceu com Street Fighter, gerar uma corja de seguidores, uns interessantes, como Way of the Warrior, do 3DO, outros ridículos, jogos com personagens imbecis, mal animados, mal digitalizados, mal interpretados e COMPLETAMENTE IMBECIS e é exatamente o caso com Shadow: War of Succession, nosso quarto colocado nessa infame lista.

(Shadow: War of Succession matou meu cachorro)

(Shadow: War of Succession matou meu cachorro)

Por onde começar a falar de Shadow: WoS?

Vamos pela abertura… um helicóptero chega a Manhattan, passa pela Estátua da Liberdade, voa por entre prédios até chegar a uma janela, onde uma silhueta observa sua chegada apenas para ser reduzida a frangalhos pelas metralhadoras da máquina. Uma história ridícula é contada e você é levado para escolher seu personagem. Pouparei os detalhes que faltam apenas polimento e me prenderei aos meramente ridículos. Esses são os personagens que você tem para escolher. Riggs, um rockabilly recussitado da cova, Gabriella, uma baranguinha de roupa vermelha e bota preta, Viper, um maluco com uma roupa que parece um pijama do exército e máscara preta, Anvil, esse sim usando um traje normal de exército e fazendo pose ameaçadora, Erika, uma japa usando o terno do pai três números acima do seu empunhando uma espadinha, Sasha, uma mina do exército russo e Carlos, um tiozão de sobretudo bege, escopetão na mão, óculos escuro e chapéuzinho. Ou seja, uma trupe de palhaços presos num jogo patético.

No entanto, deixando de lado toda patetice do elenco, o que mais chama atenção no jogo é o balanceamento dos personagens. Riggs é, de longe, o mais desleal e praticamente imbátivel se você decidir jogar fazendo apenas sua magia, um gople risível que lança uma garra de fogo em direção de seu inimigo. Veja bem, existe um motivo pelo qual em jogos bons, como Street Fighter ou Motal Kombat, por exemplo, você pode soltar só uma magia de cada vez, uma lição que os programadores de Shadow: WoS não levaram em conta. Com Riggs, como dito, basta repetir incansavelmente sua magia que você vencerá qualquer um sem maiores problemas. Dúvida? Veja o incrível vídeo abaixo!

Por mais hilária que a jogabilidade sem nenhum balanceamento seja, são as vozes que roubam a cena, ouvir Carlos dizendo “You killed me once but now I am more powerful than you can ever imagine!” parecendo uma versão gringa do João Canabrava é simplesmente impagável! Sasha dizendo “NO ONE VIL STAND IN MY VEI” ou então o Erika, de ternão cor de cocô, falando em péssima atuação “My name is Erika Storm, you killed my father (de quem ela pegou o terno no caixão), prepare to DIE!” são dos pontos mais baixos da história dos jogos, sem nenhum exagero. Eu fico imaginando aqui as sessões de digitalização dos personagens… será que os atores passa fome achavam, enquanto faziam suas poses, gravavam suas vozes estúpidas, usando o figurino de brechó, que seriam, um dia, lembrados com o mesmo respeito que Shang Tsung, Raiden? Pfff…

No entanto, Shadow: WoS é tão ruim, tão mal feito, tão mal programado, tão cheio de falhas, tão bugado, que é quase bom, é aquele tipo de jogo que você ri enquanto joga (diferente de Rocketeer, que só causa risos nervosos e tensos)… Shadow desperta em nós aquele sádico adormecido que diminui a velocidade do carro para ver um acidente na estrada, que nos faz rir todas as 30 vezes que assistimos o gordinho tomando capote no trampolin no youtube. Shadow: War of Succession não deveria existir, mas, já que existe, não merece ser esquecido!

3 – Link: Faces of Evil (Phillips CD-i)

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Muitos de vocês, frequentadores do XMBuzz, nos pediram para incluir um ou outro jogo da série Zelda em nossos Top 10. Pois bem… Aí está.

Antes de pedirem meu endereço para o n0153 e iniciarem uma caça a minha pessoa, com todos trajando capuzes ao estilo Ku Klux Klan e carregando tochas, gostaria que lessem todo este review, que trata do filho bastardo, ruivo e meio gay mais abominado e repugnante da história de qualquer série de jogos. Sim, um erro pior do que Street Fighter: The Movie.

Esse conto de terror se inicia no ano de 1991, quando os holandeses da Philips, que deviam estar abusando demais dos coffee-shops e muffins “mágicos” de Amsterdã, resolveram criar um monstro chamado Philips CD-i. Claro, inicialmente a intenção não era essa, mas, é como diz o velho ditado, a estrada para o inferno é cheia de boas intenções…

Projetado com o intuito de ser um media player, com capacidade para ler CD’s, CD-i, CD+g (cd de imagens), CD’s de karaoke, VCD e console, o satânico Philips CD-i foi lançado ao preço “simbólico” de MIL FUCKING DÓLARES.

(milzinho e você leva um pra casa!)

(milzinho e você leva um pra casa!)

Para mostrar ao mundo o SUPER PODER do Philips CD-i como console, a Philips, que era amiguinha da Nintendo na época, conseguiu licença para lançar alguns jogos usando as franquias mais famosas dos japas, Mario e Zelda. Ecos de agonia ressoaram aos quatro cantos do mundo.

Haveria espaço de sobra neste top 10 para todos os jogos do CD-i, mas como falar deles é tão gostoso quanto beber veneno em companhia do Amaury Júnior ou se dar tiros de .45 no pé, perderei meu tempo com apenas um: Link: The Faces of Evil, que, na minha opinião, poderia muito bem se chamar Link: the FECES of Evil.

A melhor analogia para se descrever este (e os demais Zeldas de Cd-i), seria aquela puladinha de cerca supostamente inofensiva e sem vergonha de um nobre pai de família até a zona de baixo meretrício mais próxima. Porém, essa aventura, fadada à desgraça, acaba na gravidez de uma mulher de vida fácil e duvidosa, gerando um filho mutante bastardo (e ruivo, lembrem-se) que eternamente será escondido dos olhos da sociedade (até ter sua identidade revelada por um blog).

(esse seria Link: Faces of Evil se ele fosse uma pessoa)

(esse seria Link: Faces of Evil se ele fosse uma pessoa)

Faces of Evil, é um side-scroller dos mais vagabundos, pisando, cuspindo e enterrando todo o primor e compromisso com a qualidade apresentados pelas versões da Nintendo. Buscando usar todo o “potêncial” do CD-i o jogo é cheio de Cut-Scenes em FMV, onde ve-se uns desenhos animados que, pela beleza e qualidade, com certeza foram criados usando a poderosa ferramenta gráfica batizada de MS PAINT pelo estagiário canhoto do faxineiro.

Algo totalmente ridículo nessa versão, é também o fato de que aqui, o caladão Link, que nunca abre a boca pra nada (entende-se o porquê agora), não para de falar por um segundo sequer… Em toda Cut-Scene o vagabundo solta a sua vozinha mal dublada e irritante de adolescente irreverente.

Com cenários, que parecem ter sido desenhados com lápis de cor e canetinha papermate usando os pés, às vezes é difícil de diferenciar o que é background e o que são as plataformas. As animações também possuem pouquíssimos quadros e dão um ritmo ainda menos dinâmico ao jogo, ainda mais levando em conta os controles BIZARROS, onde qualquer ação, por mais simples que seja, como um pulo, pode se tornar o maior dos tormentos. Ah sim, adicione a isso um framerate porco e Loadings mais demorados que o preparar de um miojo.

(lead designer de Link: Faces of Evil)

(lead designer de Link: Faces of Evil)

É claro que lançaram mais dois jogos com o nome do Zelda no CD-i. Além desse, são, respectivamente, Zelda: The Wand of Gamelon, onde você controla a princesa Zelda num jogo praticamente idÍntico ao Faces of Evil, e Zelda’s Adventures, este com uma visão estilo top-down e com as cut-scenes digitalizadas usando atores (meu deus…) que certamente agora são engraxates em Los Angeles ou garotos de programa em Cubatão. Todos possuindo a mesma excelência em destruir e denegrir o nome e a honra de uma das séries mais famosas e respeitadas da história dos videogames.

Estes são com certeza os maiores esqueletos no armário da Nintendo até hoje, visto que até eles tem vergonha, com toda a razão desse mundo e de Hyrule, de assumir a existência destes sacrilégios em forma de jogos.

É claro que muita gente deve sentir ódio pelo que a Philips fez com estes jogos e certamente há em algum lugar desse planeta um pobre jovem com orelhas de elfo que, antes de dormir, toda noite, derruba lágrimas molhando seu pijama verdinho do Zelda (produto licenciado), mas sejamos sensatos, a postura que a Nintendo tomou aqui foi a mesma de uma pessoa que empresta uma Ferrari para um amigo alcóolatra (ou pro Rubinho Barrichello), foi o mesmo entregar uma ogiva nuclear na mão de um macaco… desgraça na certa… não deu outra.

2 – Big Rigs (PC)

LOL

O conceito terráqueo para “jogos” é bem variado. Uns tem fim, outros não… uns tem sangue, outros bichinhos bonitinhos. Uns são direto ao ponto, outros nem tem um ponto pra se atingir. Enfim, o que todos eles tem em comum é o fato de que são produtos do trabalho de uma equipe que, seja bom ou seja ruim, tem um começo, meio e fim. Existem jogos cobrindo todo o espectro das atividades humanas, possíveis e impossíveis, e existe Big Rigs.

Big Rigs é um jogo que habita a tênue linha que separa o que é possível do absurdo, e o que é possível em jogos, como sabemos, é algo bem amplo. Porém, o insólito é o pilar central de Big Rigs, transformando o que seria um simples jogo de racha entre caminhões em um passeio pelo vale da morte.

Entretanto, diferente de todos os jogos esdrúxulos que falamos nessa lista, Big Rigs existe além da sensatez humana por um simples motivo: é um jogo interminado que foi lançado no mercado sem medo de ser feliz.

(para Big Rigs nada é impossível)

(para Big Rigs nada é impossível)

Quer mais? Big Rigs vendeu bem!

Provavelmente suas vendas foram motivadas pelo senso de humor nerd existente em cada um de nós, jogadores. Big Rigs é, nessa lista e na vida real, como aquela piadinha que precede um brutal assassinato num Sexta Feira 13, ele traz alívio apesar de ser um dejeto monumental.

Este que estamos a discutir, com certeza, não é um simples jogo, é um manifesto, um deboche descarado em relação ao trabalho. Estamos frente a frente com um software que provavelmente foi produzido por uma seita de amantes de Ferris Bueller.

Por que digo isso? Pois simplesmente todas as premissas de Big Rigs não são cumpridas. Nada do que o jogo diz oferecer sequer existe! A caixa do jogo o apresenta como sendo uma corrida de caminhões, transportando mercadorias ilegais com a policia os perseguindo. A realidade no entanto é cruel, não existe sequer uma viatura em todo o jogo, não há mercadoria a ser carregada e o fato mais risível de todos: NÃO HÁ CORRIDA!

Ao ser dada a largada o seu ÚNICO adversário simplesmente fica PARADO, tornando este jogo extremamente polêmico visto que incentiva o sono ao volante e o não comprometimento ao trabalho, pois se o caminhoneiro rival não estava dormindo, com certeza estaria em um posto tomando Caracu, jogando caxeta ou tentando faturar com uma prostituta de beira de estrada. Isso, é claro, se não tivesse consumido todos os entorpecentes que o mesmo ficou encarregado de transportar em seu bolso, já que o caminhão não tem carroceria.

A falta de comprometimento com o trabalho também foi notável com os produtores do jogo, além de não terem feito nada do que a caixa sugere, não existe nenhum tipo de detecção nas colisões, sua jamanta simplesmente atravessa tudo pelo caminho, nem mesmo andar em cima de pontes é possível. Por sorte os programadores adicionaram uma tração infinitamente superior a de um HUMMER a estes caminhões, e com eles pode-se escalar até mesmo montanhas em velocidade total, fazendo com que seja possível se livrar de ciladas que nem mesmo Pedro e Bino seriam capazes de sobreviver!

(Big Rigs: de mais para Pedro e Bino?)

(Big Rigs: de mais para Pedro e Bino?)

Outra novidade alucinante introduzida pelas mentes ociosas responsáveis por Big Rigs é a Ré-lampago! Veja bem, enquanto seu caminhão, andando pra frente e ignorando muitas das leis de Newton, tem um limite razoável de velocidade, no momento revelador em que você engata a ré, bota o bração por trás do encosto do passageiro e solta a embreagem seu caminhão ganha o híper espaço. Não há, quando andando pra trás, NENHUM limite de velocidade, o ponteiro do velocímetro dá voltas e mais voltas e mais voltas enquanto seu caminhão treme e serpenteia até que toda a terra suma debaixo dele e sobre apenas o Sol como testemunha. Há alguns registros no youtube de caminhões que chegaram a velocidade lancinante de 2 milhões de quilômetros por hora à marcha ré, algo invejável. Se você já sonhou em romper a barreira do som e da luz de short adidas, rayban e havaianas, isso é possível apenas graças aos talentos responsáveis por Big Rigs.

Podem falar o que for da equipe que desenvolveu este jogo, mas não podem dizer que não são boas pessoas. Com certeza eles tem consciência social e por não haver nenhuma adversidade, tanto com caminhoneiros rivais ou então com trágicos acidentes rodoviários, Big Rigs se torna um jogo onde você NUNCA PERDE! Fica claro aí que realmente há males que vem para o bem! Às vezes nem mesmo é preciso terminar a corrida, ao se passar pela linha de largada  ela termina e você é premiado com o belo troféu da mesma maneira.

(me winz - lulz)

(me winz = lulz)

Se você resistir à tentação de transformar-se (e seu caminhão) em energia pura engatando a ré-lampago e resolver correr pra frente, ao vencer uma “corrida”, naturalmente, nada mais gratificante do que a imagem de um Troféu acompanhada da mensagem “YOU’RE WINNER” deixando claro uma das duas possibilidades: 1 – os produtores, fãs fiéis de Ferris Bueller, não só escaparam do trabalho mas também fugiram da escola, ao melhor exemplo de seu ídolo ou 2 – Big Rigs foi de fato programado em uma caverna úmida e escura no Afeganistão em computadores alimentados por Plutônio 239.

Enfim, como vocês podem perceber, Big Rigs é, indiscutivelmente, um lixo, porém, é um lixo que diverte, faz rir do absurdo não apenas dos acontecimentos na tela mas da falta de respeito com o consumidor, já que lançaram um jogo pré-alpha como produto final (o jogo oferece 4 telas, uma não funciona e duas são idênticas)… Talvez se fosse um jogo que tivesse sido terminado, não passasse de shovelware, mas, como produto rudimentar que é, consegue ser MUITO mais engraçado que 99% dos jogos que tentam fazer algum tipo de humor. Big Rigs é lixo, fato, e não pertence à esse mundo, cujas leis ele ignora. Mas que é divertido, ninguém pode negar.

(Big Rigs beta testers - nunca trabalharam já que lançaram o pré-alpha)

(Big Rigs beta testers - nunca trabalharam já que lançaram o pré-alpha)

P.S.: Desafio qualquer um a, depois de ver esses vídeos, voltar e ler a caixa do jogo e não dar risada.

Bem, depois de Big Rigs em segundo lugar é difícil achar um que mereca o topo… isso  é o que vocês pensam! Amanhã vocês poderão conferir o que é necessário para um jogo ser pior que tudo isso que foi mostrado até agora!

Aguardem e confiem!


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10 responses

11 06 2009
J Secrets

Tô rindo muito com o Rigs!
Pior game que já vi na vida, sem dúvida!

11 06 2009
C.P.Jr.

a ré-lampago comanda! eauheauehau

11 06 2009
Vinícius

Acho que esse jogo (Rigs) foi achado nas fezes fossilizadas de um elefante. xD~

Muito legal esses top’s que vocês tão fazendo, me divirto a beça, favoritei o blog. ^^

11 06 2009
C.P.Jr.

valeu, cara! volte sempre e comente sempre que quiser! : )

11 06 2009
Sérgio Henrique

Ashaushuahsuaaah, muito bom…mais pérolas ^^ :
.
.
“Erika, uma japa usando o terno do pai três números acima do seu empunhando uma espadinha…”

“ouvir Carlos dizendo (…) parecendo uma versão gringa do João Canabrava”

“Ecos de agonia ressoaram aos quatro cantos do mundo.”

“…com as cut-scenes digitalizadas usando atores (meu deus…) que certamente agora são engraxates em Los Angeles ou garotos de programa em Cubatão.”

“…fazendo com que seja possível se livrar de ciladas que nem mesmo Pedro e Bino seriam capazes de sobreviver!”

“…o ponteiro do velocímetro dá voltas e mais voltas e mais voltas enquanto seu caminhão treme e serpenteia até que toda a terra suma debaixo dele e sobre apenas o Sol como testemunha.”

“Se você resistir à tentação de transformar-se (e seu caminhão) em energia pura engatando a ré-lampago…”

“Big Rigs foi de fato programado em uma caverna úmida e escura no Afeganistão em computadores alimentados por Plutônio 239.”
.
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Ashaushauhsuaaah…tá ficando cada vez melhor !!! =P
Felizmente nunca cheguei nem perto deste Zelda (até sabia da existência dele mas meu subquociente fez questão de apagar) !!! ^^
Shadow: War of Succession tbm nunca joguei, mas pra compensar cheguei a jogar algumas fichas num tão ruim quanto : Survival Arts (arcade) .
Mas o q me entristece é nunca ter jogado o tal Big Rigs !!! :S
Muito foda a ré-lampago, nada como engata-la enquanto o possante treme e serpenteia ganhando o hiper espaço rumo ao infinito !!! ^^
Show de bola, tá cada vez melhor !!!
Esperando com ansiedade pelo primeirissimo lugar, afinal para desbancar Big Rigs, Rocketeer, SF: The Movie, Superman e Custer’s Revenge tal jogo deve ser uma coisa de loko…ahsuahsuaushausaaah !!!😄
Congratulations guys…c-ya !!! o/

11 06 2009
NickGames

Pra ganhar deses daí vaí ser foda!
Os compradores de Big Rigs deviam cagar dentro da embalagem e mandar um presente fecal pros developers pra mostra a merda que fizeram.

12 06 2009
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12 06 2009
Symn

huiohoiuahoiuahaiuoha, muito bom! =P

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