Top 10: Jogos que não deveriam existir! (pt2)

10 06 2009

Dando sequência à série que nos lembra de jogos que nos sugaram um pouco da vitalidade, trazemos 3 títulos que, sem dúvida, ceifaram anos de nós, seja pelo stress causado, seja pela decepção com a vida e a humanidade, a graça momentânea de viver. Não seria surpresa se pelo menos um desses jogos tivesse motivado um jovem desiludido à cessar sua própria existência.

Às vezes, escrevendo sobre esses “jogos”, começamos com bom humor, e terminamos amargos, odiando pessoas que não conhecemos, querendo voltar no tempo pra não ter desperdiçado nossa juventude com essas tristes desculpas para ganhar trocados, mas, no final das contas, nossa experiência nas profundidades abismais dos jogos catastróficos, um dia servirá pra alguma coisa. Tem que servir.

Em certo tom triste, vamos à lista.

7 – Shaq Fu (SNES)

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Com certeza não deve haver ninguém surpreso com a inclusão deste jogo em nosso Top 10. Shaq FAIL… digo… Shaq Fu é com toda certeza um dos maiores clássicos do mundo dos abortos eletrônicos, uma verdadeira abominação que nos faz pensar apenas em uma coisa: O QUE TINHAM NA CABEÇA?

A história deste “jogo” é com certeza a mais boçal de todos que serão apresentados nesta lista, nada se compara. Me leva a imaginar a hipótese de que a Delphine Software estaria contratando crianças sob o efeito de LSD para serem roteiristas.

Para quem acha que estou exagerando, aí vai a história:

Nosso herói, Shaquille O’Neal se encontra em Tóquio, andando por aí numa boa antes de um jogo de caridade e acaba entrando em um dojo de Kung-Fu, apenas por curiosidade. Lá ele encontra um tiozinho ao maior estilo monge de filme da sessão Kung-Fu da Bandeirantes, e ele manda a real para o Shaq… O jovem garoto Nezu foi seqüestrado pela múmia Sett-Ra, claro que isso em outra dimensão. Shaq então é a única esperança de salvar o fedelho, e lógico, irá arriscar a sua VIDA nesta outra dimensão.

Ok, faz tanto sentido quanto criar um jogo chamado Pelé’s Exciting Truck Racing ’98 ou um FPS estrelando o Sérgio Mallandro como personagem principal.

O jogo faz jus a história e também é uma pilha enorme de esterco. Os personagens são ridículos e obviamente, viajadíssimos. Os controles são um dos piores já vistos na face da terra, parece que os produtores nunca botaram as mãos em um jogo de luta na vida. Pular é um sofrimento, você não tem controle algum e nunca sabe aonde irá cair. Soltar especiais é fora de questão, não existe um timing fixo para a execução dos movimentos e a única maneira de acertar algumas porradinhas nos adversários é apelar para os básicos socos e chutes.

Os modos de jogo apresentados também são sofríveis e no story mode, você só pode jogar com o xaropão do O’Neal, e tem que ficar andando pra lá e pra cá num mapinha vagabundo. Em cada lugar visitado, rola uma lutinha impossível de vencer.

Em relação aos gráficos e animações, tenho que dar o braço a torcer pois são passáveis. Os gráficos são bem coloridos e mesmo não sendo os melhores, são até que bonitinhos. As animações como é de praxe da Delphine, são muito bem executadas (quem jogou flashback e Out of This World sabe). Fica meio claro aí que foi o único aspecto em que resolveram trabalhar direito no jogo.

No quesito som, mais porcaria. Os efeitos sonoros são totalmente inspirados em filminhos vagabundos de Kung-Fu e as vozes do Shaq fazem com que ele pareça ainda mais um idiota. As músicas não têm NADA a ver com um jogo de luta, mas ainda assim é melhor do que se colocassem os raps que o O’Neal gravou como trilha sonora.

Tendo em vista o monte de LIXO que esse cara produziu, tanto na indústria fonográfica, quanto no cinema (Kazaam e Steel são piadas eternas) e com esse jogo, fica claro que Shaquille O’Neal merecia ser preso e condenado a pena de morte via empalamento pela tentativa de deturpar a sociedade com suas atrocidades.

Apenas para concluir, gostaria de citar a existência do site shaqfu.com um projeto onde buscam comprar todas as cópias existentes do jogo e em seguida destruí-las, buscando assim libertar-nos deste mal. Pelo menos ainda existem pessoas com boas intenções no mundo…


06 – Rocekteer (SNES)

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Castlevania, Ninja Gaiden, Magician Lord, Contra, Ghost n Goblins, Mario, Space Invaders, Street Fighter 2, Battletoads, Lagoon, Truxton, Tekken… são todos jogos que, em um momento ou outro, marcaram a minha vida positivamente. No entanto, não sou capaz de me lembrar a primeira vez que os joguei. Fazem parte da minha história como algo que sempre esteve lá. Apesar de terem tomado anos da minha vida em troca de diversão, memórias e histórias, eu não me lembro de quando comprei nenhum desses jogos, mas eu me lembro como se fosse hoje o dia que adquiri Rocketeer.

Eu tinha 14 anos, era 1992, meu círculo de amizades regidas pelo videogame se resumia à dois caras, dois dos melhores amigos que já tive. Quando chegava o fim de semana, íamos todos pra minha casa, acampávamos na sala de videogame e só saíamos para eventual ida ao banheiro, excursões à geladeira ou fugir da inevitável flatulência pré-adolescente seguida de gargalhadas. Num desses fim de semana aguardávamos ansiosos a chegada de um novo jogo. Digo aguardávamos pois eu morava numa cidadezinha do interior, a única forma de conseguir jogos era a seguinte: ir à banca, comprar uma revista sobre videogames, escolher uma loja, fazer um interurbano, encomendar, pagar e esperar o sedex, que, às vezes, demorava quase 20 dias. Era sofrível. Mas, voltando ao Rocketeer… calhou dele chegar em um sábado, na sexta havíamos todos dormido na minha casa à espera ansiosa da manhã do dia seguinte!

A manhã chegou, o carteiro chamou, Rocketeer estava entre nós. Mal sabíamos que a alegria duraria tão pouco tempo. A caixa do jogo era bonita, ele era inspirado em um filme que tinha nos empolgado, as fotos atrás eram interessantes, não haveria como nos decepcionar, certo? Errado.

À primeira jogada, Rocketeer se revelou extremamente, EXTREMAMENTE difícil, entretanto, dificuldade nunca havia sido problema pra nenhum de nós, éramos fanáticos por Ninja Gaiden, afinal! Só que, quando um jogo é difícil, ele DEVE ser recompensador, algo que Rocketeer passa longe, muito longe, anos luz, de ser.

A primeira tela consistia em uma corrida de avião. Você deveria vencer seus oponentes numa corridinha safada de 10 voltas e, acreditem, devido aos controles PATÉTICOS e colisões ridículas, essa era uma tarefa muito mais fácil de falar do que de fazer. Passamos, tranquilamente, algumas horas enfadonhas tentando vencer essa PRIMEIRA corrida acreditando que, em seguida, veríamos algo que faria valer a pena essa labuta desqualificada. Após muita frustração, por sorte, vencemos as 10 primeiras voltas. Festejamos, esperamos a próxima tela, ela veio e trouxe com ela surpresa e frustração. Nada de um herói com um jato nas costas pronto pra dizimar nazistas… qual o que! A próxima tela consistia em, nada mais nada menos, outra corrida de avião, 15 voltas dessa vez e ainda mais difícil o que era extremamente agoniante… e você pensava: venci uma já, peguei o jeito, essa vai fácil… HA! Horas iam embora, nosso sábado se transformou em uma luta contra um software fuleiro, a diversão escorria do nosso corpo junto do suor do sofrimento trazido por Rocketeer!

(depois desse joguinho abominável, essa é a única forma que Rocketeer conseguiu mulher!)

(depois desse joguinho abominável, essa é a única forma que Rocketeer conseguiu mulher!)

Enfim, encurtando o nosso sofrimento (e o do leitor), digamos que vencemos de primeira a corrida (mentira!) e, tão logo cruzamos a linha de chegada, renasceram os sonhos de que, agora sim, iríamos nos divertir. Tsc tsc tsc… A terceira tela trazia o agora odiável Rocketeer de costas, com um revolverzinho safado nas mãos atirando em vagabundos à sua frente, em algo que pode ser descrito como Duck Hunt Level… porém, mais uma vez, a dificuldade era desumana o que fazia parecer que você era o patinho a ser abatido. Enquanto você tentava matar um inimigo, via a barrinha azul do sangue de Cliff (nome que aprendi a odiar) diminuindo, palavrões voavam pela sala toda vez que morríamos. Eventualmente, já entregando os pontos, passamos a tela, já resignados, nem mesmo que entrássemos no jogo à la Tron a tranqueira melhoraria, mas o que vinha em seguida era desolador. Outra corrida. Sim. Só que dessa vez era você, Cliff, de foguetinho nas costas, contra os Teco-Tecos ordinários, o que transformava a tarefa em algo mais simples, porém nem um pouco recompensadora já que a próxima tela, vocês podem adivinhar, trazia Cliff MAIS UMA VEZ de costas tomando bala por todos os lados com a cereja em cima em forma de um desafio massacrante ao fim da tela.

Recapitulando então, as primeiras horas (que se tornaram dias porque o sábado, como qualquer outro dia, tem apenas 24 horas) desgastantes do jogo se dividiram da seguinte forma:

Corridinha ordinária impossível de 10 voltas > Corridinha ordinária impossível de 15 voltas > Rocketeer Duck Hunt impossível > Corridinha ordinária de foguetinho de 10 voltas > Rocketeer Duck Hunt impossível + desafio ladrão.

Só depois de todo esse sofrimento, com veias vermelhas saltando nos olhos, horas e dias da vida desperdiçados e apenas 2 frames de animação para o personagem principal é que você teria uma tela em que poderia voar, atirar e matar inimigos. Porém, ah, sempre o porém!, a tela era TÃO difícil que apenas otários (nós) seguiriam em frente… e nós seguimos… Uma a uma, vencemos todas as telas, superamos a dificuldade massacrante do jogo, vimos, ao todo, uns 10 frames de animação, perdemos uma fatia considerável da nossa alegria de viver, mas zeramos o que agora só podemos chamar de desgraça, o que nos fez pensar: será que somos tão idiotas que perderíamos tempo pra zerar qualquer lixo que nos vendessem? Porque, honestamente, Rocketeer é pior que qualquer jogo em Flash na internet, não tem valor ALGUM… você sofria, morria, xingava, passava telas contando com a sorte para, no final, ver um finzinho MEDÍOCRE que te fazia ter vergonha de você mesmo (talvez, considerando a dificuldade MASSACRANTE do jogo, o final só seja tão ofensivo quanto o de Separation Anxiety – e quem jogou esse último sabe do que estou falando).

Rocketeer não deveria existir. O jogo é tão ruim que me faz questionar o valor da vida daqueles responsáveis pela criação do jogo e, não, não é exagero, esse jogo me marcou, basta ver que, como dito, eu não me lembro de quando comprei grande parte dos jogos que lembro com o maior carinho possível, mas lembro como se fosse ontem do sábado de Sol que Rocketeer roubou da minha vida.

Eu nunca mais fui o mesmo.


5 – Street Fighter: The Movie

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Ahhh os bons e velhos jogos baseados em filmes… Uma fórmula que costumeiramente traz resultados repugnantes, até mesmo quando se inspiram em sucessos da telona.

Iron Man, Blues Brothers, Ghostbusters II, E.T, Predator, Waterworld, Esqueceram de mim 1 e 2, De volta para o futuro, todos esses e muitos outros sofreram deste mal crônico que sempre assolou nossa cultura de bons jogadores. Não importa a época, não importa o gênero, o caminho cinema -> console tem em 99% das vezes o mesmo resultado, o fracasso, a vergonha, e milhares de criancinhas traumatizadas com seus heróis, histórias e sonhos deturpados em puro lixo eletrônico.

A recíproca também sempre foi verdadeira, e filmes baseados em jogos, em sua grande maioria, inevitavelmente foram visitantes assíduos às catacumbas do EPIC FAIL (sim Uwe, estamos falando com você!).

A série Street Fighter, sinônimo total de sucesso e qualidade, infelizmente sofreu AMBOS com estes fenômenos. Após o grande frenesi causado por Street Fighter 2 no início dos anos 90, os estúdios de cinema também quiseram faturar uma graninha em cima da Street Mania e lançaram uma das maiores atrocidades da história do cinema.

Street Fighter, o filme, já começava pecando da maneira mais abominável possível ao ter como protagonista não Ryu, mas sim Guile, interpretado por ninguém menos do que o cara que encoxou a Gretchen no Domingo Legal e teve uma ereção ao vivo em rede nacional, para o deleite do senhor Gugu Liberato. Sim, estamos falando de Van Damme.

O resto do filme foi um show de má atuação, um enredo quem em nada se assemelhava à história do jogo e uma série de palhaçadas que fizeram com que Street Fighter, o filme, seja motivo de piadas até hoje. E claro, a maior mancha na história da série Street Fighter… até aquele momento.

Não contentes com a monstruosidade produzida em película e por terem matado Raul Julia de desgosto, os facínoras resolveram avacalhar ainda mais e tiveram a brilhante idéia de fazer um jogo baseado no pior filme do mundo.

E assim nasceu Street Fighter: The Movie, essa sim, a maior mancha da história da série.

Logo em sua abertura, trechos do filme são mostrados, já botando o jogador no clima ideal para se vomitar antes mesmo do jogo começar. Ao se apertar Start, damos de cara com a tela de seleção de personagens, onde é possível perceber que todo o cast do filme foi digitalizado para o jogo. Excelente, combates com atores sem competência até mesmo para fazer um episódio de Luz Clarita se degladiando em um jogo da série Street Fighter.

As animações tem cerca de uns 4 frames por segundo e os controles são sofríveis, ao menos mantiveram os mesmos comandos para os golpes especiais, mas, destes, os que são necessários carregar para trás ou para baixo, são praticamente impossíveis de se executar, o que torna personagens como o Encoxador de Véia completamente inúteis.

Os fundos de tela parecem GIF’s animados gigantes, são uns backgrounds horríveis com umas 2 ou 3 luzinhas piscando ao fundo, praticamente sem movimento algum e com uns 3 frames diferentes no máximo.

As músicas não lembram nem de longe os temas clássicos que marcaram nossas vidas. Já as vozes são simplesmente hilárias, não conseguiram acertar o nome de um golpe ou de um lutador sequer. Assim como em Superman 64 devem ter usado mendigos viciados em crack para as dublagens pelo preço de um pão com margarina.

Resumidamente, tudo aqui fede. Não existem pontos positivos e conseguiram lançar um jogo com o nome de Street Fighter que consegue ser pior do que Shaq Fu e parece um clone de Mortal Kombat pioradíssimo. Eu duvido que os responsáveis desse jogo consigam botar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilamente sabendo que produziram esse lixo, mesmo após todos esses anos.

Com isso, encerramos a segunda parte de nosso Top 10. Será que aguentaremos até o fim? Vocês nem imaginam o que vem pela frente… pelo menos, na próxima parte, risadas são garantidas. E, depois da experiência de lembrar dessas belezinhas, Deus sabe que precisamos alguma coisa que nos faça sorrir.


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15 responses

10 06 2009
Ivan

Hhauahuah, Street Fighter The Movie está para Street Fighter assim como a série dos anos 60 está para o Batman.😛

10 06 2009
Berônio

Porra, eu tive o Shaq Fu!
Foi o jogo que veio no meu SNES, e é uma bela bosta mesmo!

eahuehauheua

Dei boas risadas aqui, Celsão =D

10 06 2009
C.P.Jr.

euaeauheauehaeua… cara, alguns jogos a gente da risada escrevendo, mas outros, tipo o rocketeer, causa soh amargura! heuaheauehuea… as melhores risadas virao no proximo post… mais precisamente com o jogo q ta em segundo lugar! eaehauehauehaeuahea…. TOSQUEIRA MOR!

10 06 2009
Symn

Pow, nao falem mau do Batman dos anos 60, é um classico pow!! Que blasfemia comparar ele com essa bosta de filme… ^^

10 06 2009
Ivan

Hhauuah, mas eu não falei mal, acho ambos hilários!😛

10 06 2009
Maxwell

AUHuAHUahaUHAUaha, cara, vendo o video do Rocketeer parece ser tao facinha essa primeira parte, o ”misera” de jogo palha viu..

10 06 2009
Carlos

Fico imaginando se eles tinham a pretensão de que um jogo tipo Shaq Fu, se tornasse um grande jogo… tipo, um detalhe que colocavam no jogo, será que imaginavam coisas como ‘esse detalhe vai deixar os jogadores de boca aberta’ ou ‘esse outro detalhe vai prender a atenção de quem jogar’. Pq é uma grande porcaria mesmo. Foi um desses jogos que aluguei prá jogar na casa de amigos e me arrependi de ter gasto o dinheiro.
Street Fighter: The Movie… sem comentários tbém kkkkkkkkkk quem produziu o jogo dentro das equipes, deve estar vendendo lanche na rua hj em dia…
rs 8D

10 06 2009
jaunzim

Pois é Carlos, eu já me perguntei a mesma coisa… Mas sei lá Shaq Fu pra mim é o típico caso de fazer qualquer porcaria, enfiar uma Celebridade e tentar ganhar dinheiro fácil…

Imagina esse jogo sem o Shaq? Qual seria o apelo dele? Não venderia nem 3 cópias… Se bem que mesmo com o O’neal deve ter vendido umas 8… lixo total.

10 06 2009
Sérgio Henrique

“Encoxador de Véia”
“…mas zeramos o que agora só podemos chamar de desgraça”
“…Não contentes com a monstruosidade produzida em película e por terem matado Raul Julia de desgosto”

Kralho…ahsuahushaushausaaah, ri d+ aqui…PQP !!!😄
O texto de hoje tava muito bom, e eu não sabia se ria ou se sentia pena…tadinho do †Raul† e do jovem Noise…ahsuahushaushausaaah !!! =P
Graças a Deus nunca cheguei nem perto de Shaq Fu e nem de The Rocketeer, mas confesso q joguei uns contras no jogo de luta do “encoxador de véia”…hehehe !!!😄
Rirei mais ainda na próxima parte ???
Oh gosh, vou ler deitado no sofá então pra não correr o risco de cair da cadeira !!! ^^
Parabéns proceis de novo (e devo dizer q eu ando lendo as outras noticias do blog tbm q tão bem legais…mesmo eu não sendo sonysta) !!!😄
Abraxxx !!! o/

10 06 2009
jaunzim

Valeu Sérgio! Agora ce ta batendo cartão por aqui hein? HAIUEHA e ta sempre comentando! Valeu por estar curtindo o blog!

Abração!

10 06 2009
Vinícius

Cara, não sei se é porque sou novo (19) ou porque nunca senti falta da TV aberta brasileira, mas não me lembrava dessa ÉPICA participação do ‘encoxador de véia’ no programa do GUGU, contudo, me lembro muito bem desse Street baseado no filme, uma produção vexaminosa que me dá desgosto até hoje por ainda possuí-la, a CAPCOM deve se sentir arrependida até hoje de ter incumbido qualquer funcionário a essa produção, se é que o fez.

11 06 2009
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11 06 2009
Sérgio Henrique

Ashaushuahsuahsuaaah…pois é Jaunzim, viciei nesta bagaça (com todo respeito) !!!😄
Quem diria hein, eu visitando regularmente um blog “sonysta”, e…gostando MUITO daqui !!! õ.Ô
E ainda por cima, feito pelo Noise…o mais “odiado” moderador da Wii Brasil !!! =P
Brincadeiras a parte, de umas semanas pra cá é q eu pude conhece-lo melhor e vi q realmente é só fachada essa “chatice” dele, seu brother é um cara nota 10 Jaunzim !!! ^^
E podexá q eu vou bater o cartão direto sim, virei fã de vcs…abração !!! o/

12 06 2009
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12 06 2009
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